domingo, 19 de fevereiro de 2012

Quando a Madrugada Vem!

Sem Saber

Numa madrugada de lua
Me vejo sem sono, sem rumo
Escrevendo em um caderno em branco
Versos mancos, tristes e sombrios
Coisas tão estranhas que eu nem sei explicar
Choro por motivos banais
Lembranças que não precisam ser levadas a sério
Porém eu as levo a sério aí me ponho a chorar
Eu ainda tenho muitos medos
Medo de voar, de amar, de morrer, de ser feliz
Escrevo mesmo, pra espantar a solidão e os meus pensamentos.

2 comentários:

  1. "Me da medo do medo que dá" a escrita é um excelente passo para a liberdade

    ResponderExcluir